Um convite silencioso para mulheres que desejam se reencontrar através das mãos — na cerâmica, na pintura, no traço, na forma.
— princípio do Arte que Cura

Desde criança, Josy se encantou com o gesto de fazer arte. Vinda de uma família italiana, cresceu cercada pelo zelo e pelas coisas feitas à mão — a mesa posta, os tecidos, a cerâmica rústica, a paciência de quem cultiva a beleza no cotidiano.
Mas foi após uma grave depressão, já adulta, que Josy entendeu o verdadeiro papel da arte em sua vida. Não como ofício, nem como vaidade — e sim como âncora. Um caminho de volta para si, quando nada mais parecia possível.
Hoje, aos 61 anos, Josy divide esse aprendizado com outras mulheres. Guia encontros onde a arte deixa de ser produto e volta a ser processo: um modo simples e profundo de reconectar-se consigo, viver o presente e acalmar a alma.
A arte não me salvou porque eu pintei algo bonito. Ela me salvou porque, pela primeira vez em muito tempo, eu estava inteira — mãos, olhos, respiração — em um único lugar.
Josy BaroneCada material tem uma conversa própria com quem o toca. Aqui, elas se entrelaçam.

O barro que responde ao toque, lembrando o corpo de seu próprio peso e presença.

A cor como linguagem das emoções que não cabem em palavras — paisagens internas ganham forma.

O traço lento como meditação. O papel como lugar de escuta para o que pede para ser visto.

Pintar sobre o que já é objeto de afeto — ressignificar o cotidiano através do gesto artístico.
Fale comigo. Sem compromisso, sem promessas grandes. Apenas uma conversa para entender como a arte pode caber na sua vida agora.
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